Pinto rostos para tapar o olhar.
O que importa é olhar com a alma
Não vejo a força na estrada
No pisar, no pular buracos
A força da vida
Está no lutar.
Sou eu mesmo o samurai
De minha existência
A cortar as arestas
A equilibrar as retas
A me curvar para o zen
E as cores do manto, santo
Os tons de meu eu
São parte cor, parte torpor
Parte de mim e do meu amor
Há sabedoria e entrega
Há disciplina e espera
Há o que sinto
E o que me toleras
Um buscar constante
Entre o que sou e o que quero
Ser
Uma constante aula
De força e equilíbrio
Sou samurai de mim mesmo
Do início de mim ao fim do fim.
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